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Aew brother..É muita coisa...E neguinhu ainta ta me eviandu mais!!!
Eu vou criar um site só disso!!!
Me mande as suas!!!
Por enguantu isso fique com essas...
A APARIÇÃO
Meu avô, que hoje tem 76 anos, quando estava com o seus 20 anos, tinha uma avó que tinha sempre um ataque de sonambulismo e abria a torneira da pia do banheiro e também tinha aquelas conversas de criogenia (Cogelamento do corpo), e sempre o meu avô ia lá fechar.
Um certo dia, minha tataravó morreu, acho que foi um ataque cardiaco, meu vô que dormia na cama ao lado da qual ela morreu ficou muito cismado, e resolveu dormir em outro quarto.
certa hora da noite depois do enterro o meu avô escutou barulho de água no banheiro perto do quarto da minha tataravó, mas não havia ninguem lá, isso continuou ocorrendo a noite inteira e meu vô acabou ficando com mais medo e não conseguiu mais fechar os olhos, mas por fim ele adormeceu.
Lá pelas 2:00 da manhã (aproximadamente a hora que a minha tataravó morreu), meu vô se levantou e acho que se esqueceu da noite que passara e foi beber um copo de água na cozinha, passou perto do quarto da sua avó e foi direto em direção da geladeira. Ao tocar na geladeira sentiu um leve calafrio, mas nem ligou, e em seguida abriu a geladeira e viu ela lá toda encolhida e roxa. Sem pensar muito fechou a geladeira rapidamente.
Ele me disse que seu corpo não parava de tremer, então, ele tomou mais coragem e abriu de novo a geladeira mas não havia mais nada.
Essa é uma história real quando meu avô me contou este fato não me senti muito bem espero que você não esteja sentindo nada igual.
Enviado por: Iury Carvalho
A Bruxa de Gwrach-y-rhibyn
O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é "Bruxa da Bruma" mas é mais comumente chamada de "Bruxa da Baba". Dizem que parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte. Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro.
Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling ocuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling.
Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente direto da família estava morto.
Imagem e texto retirados da Coleção "Mistérios do Desconhecido" da Ed. Abril..
Esse texto é baseado no folclore da região citada.
A Carona
Uma vez em uma certa estrada muito perigosa, em uma noite muito chuvosa um caminhoneiro já perto do seu destino, vê uma mulher com uma capa de chuva amarela pedindo carona.
Sensibilizado com o sofrimento da mulher, resolve ajuda-la:
Para onde a senhora esta indo ?
Minha casa fica na beira da estrada a uns 3 quilômetros daqui... vim até a casa de uns amigos aqui, e preciso voltar para casa, mesmo embaixo dessa chuva toda, pois minha mãe deve estar muito preocupada. Pode me dar uma carona ?
Claro pode subir.
Era uma moça muito bonita e simpática. Ela tirou a capa de chuva e começou a conversar com o motorista animadamente, e ele sentiu até um carinho por ela pois ela era muito espontânea e de bem com a vida.
Chegando ao local indicado pela moça, ela agradeceu o motorista , deu-lhe um beijo no rosto e despediu-se. Logo ao sair, o motorista reparou que ela havia esquecido a capa de chuva no caminhão, e como estava perto resolveu voltar para devolvê-la a moça.
Bateu à porta da casa, e viu sair uma senhora de uns 60 anos mais ou menos.
Boa noite minha senhora, eu dei uma carona para a Ana, e ela acabou esquecendo essa capa no meu caminhão, poderia entregar a ela por gentileza ?
Com lágrimas nos olhos a senhora responde:
Por favor meu senhor, não brinque com essas coisas... a minha filha Ana morreu há 5 anos atrás atropelada numa noite muito chuvosa igual a essa, quando tentava voltar para casa, não brinque moço... não brinque!
A CASA DO SENHOR HERMAN
Toda criança ao ver uma casa que está à algum tempo fechada logo percebe que algo de estranho acontece nela.
Mas como as crianças são muito curiosas elas buscam ir atrás de fatos e acontecimentos .
....Certo dia em um lugar distante,dois amigos encontram-se jogando bola e um deles consegue jogar a bola dentro de uma casa que estava a muito tempo vazia. Porque coisas muito estranhas haviam acontecido nela. Então um dos meninos chamado Victor decide ir até a casa onde seu amigo Pedro jogou sua bola.
Muito inspirado e motivado ele passa pelo vão aberto entre a grade e dirige-se até o local onde encontrava-se a bola. Esse lugar dava arrepios em Victor e ele sabia que coisa boa não tinha lá. Segundo histórias contadas pelo seu avô João que disse que nessa casa morou uma família muito estranha de atos completamente sombrios e que o chefe da família havia matado todos de um jeito muito macabro. Ele matou todos e arrancou suas cabeças e as pendurou como se fosse animais caçados.
Pois bem Victor então resolve arriscar e decididamente acha aquilo uma grande besteira de gente que não tem o que fazer e inventa história sobre a vida dos outros.
Victor pôr sua vez pega uma pedra e bate no vidro para ver o que tinha de tão perigoso naquela casa. Já com sua bola e não satisfeito entra na casa e começa a andar como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ele já tinha percorrido toda casa e quando posiciona-se para ir embora ele percebe que realmente tinha algo de errado. Victor resolve ir até a sala que ele não tinha ido pôr que achava aquela conversa toda uma grande besteira, e ao entrar seu coração começa a bater mais forte como se algo fosse acontecer.
Victor reúne toda sua força e coragem e entra na sala. Victor para e sem conseguir dar uma palavra ou até mesmo pensar ele olhar para os lados e vê o que realmente aconteceu ali naquela casa. Com a parede rodeada de cabeças ele só pensava em sair dali correndo, mais algo pior ainda ia acontecer lá, estava a cabeça de todos menos, a do senhor HERMAN, desde então suas pernas ficaram bambas e seus olhos estatelados para fora a procura daquele que faltava.
Decidiu então correr mais já era tarde um HOMEM com à aparência horrível com olhos fundos dentes podres nariz para dentro e com um cheiro insuportável aproximava-se com uma foice na mão Victor então desapareceu e até hoje sua família embora tenha mudado daquela cidadizinha do interior ainda tem esperanças de ver Victor dinovo. Mas quem sabe onde ele está nunca mais foi visto sua bola foi vista no jardim da casa do senhor HERMAM mas todos duvidam que ele tenha entrado lá. Vector desapareceu em uma Quinta-feira dia 31 de agosto de 1943.
A Casa Mal Assombrada
O ano era 1944. Carlos que antes morava em Itaperuna - RJ, iria se mudar para Natividade, RJ. Estava a procura de uma casa e depois de algumas visitas, encontrou uma que seria ideal para acomodar sua família. Ao sair da casa, os vizinhos o alertaram de que ela era mal assombrada pelo espírito do antigo morador conhecido como "Manoel Açougueiro". Carlos que era metido a valentão ignorou os avisos dos futuros vizinhos e a família mudou-se na semana seguinte.
Depois de um mês instalados, a mãe e os filhos começaram a ouvir todas as noites, sem falta, às 22:00 horas em ponto, batidas na porta. Quando iam atender, não havia ninguém e o portão ficava sempre trancado com cadeado. Não havia tempo suficiente para alguém bater e pular o muro sem que ninguém percebesse. Carlos que sempre chegava após às 22:00 horas, não acreditava em tal estória.
Porém um dia, Carlos chegara mais cedo em casa e novamente às 22:00 horas bateram na porta. Carlos correu até a porta e não vendo ninguém por perto, gritou aos quatro cantos:
Manoel, é você? Se for você mesmo, apareça.
Para espanto de todos, nesta noite, à meia-noite o neném acordou chorando e Carlos ao entrar no quarto viu um cachorro branco dentro do berço. Ninguém na casa via o tal cachorro, mas Carlos insistia em tentar bater no cachorro com um cinto e acabava por acertar o bebê.
Apesar de toda a confusão da noite, Carlos ainda duvidava de que havia um fantasma na casa. No fim de semana, na sexta-feira, Carlos voltou a gritar aos quatro cantos da casa, fazendo dessa vez, um desafio ao tal fantasma.
Se tiver alguém aqui mesmo, que atire essas almofadas que estão na sala para o outro quarto.
De madrugada o filho mais velho da família, que também se chamava Carlos, acordou desesperado gritando que alguém havia atirado almofadas em sua cabeça enquanto dormia.
Carlos no dia seguinte, procurou o Monsenhor que providenciou a celebração de uma missa em intenção a alma de "Manoel, o Açougueiro". Desde aquela data, nunca mais ninguém ouviu batidas na porta da casa às 22:00 horas.
A Enfermeira Misteriosa
Todos os dias a conversa no vestiário era a mesma... a tal enfermeira que aparecia a noite para cuidar dos doentes. Eu ria muito e sempre desacreditei nesta estória, achando que isto era mais um dos "causos" que se contam no hospital. As vezes na minha visita diária aos doentes, algum paciente falava como era meiga e prestativa aquela enfermeira idosa que passou a noite lá. Achava meio estranho, pois não tínhamos nenhuma funcionária com a descrição dada pelos pacientes, mas até aí, a noite todos os gatos são pardos, pensava eu.
Um dia, no mesmo vestiário, exclamei aos quatro ventos: "eu não acredito! Se tiver esta tal enfermeira só vou acreditar nela se ela aparecer na minha frente"... e fui para casa.
Pela manhã, adentrei a enfermaria, brincando com a colega que estava atrás do balcão do posto de enfermagem, usando aquela toquinha tradicional (que hoje já não usamos mais), mas a mesma não falava nada comigo. Brinquei novamente: "o colega! tá dormindo!... vamos acordando, já cheguei para render o plantão"... mas nada dela conversar comigo. De repente minha colega saiu do quarto e me respondeu:
Você está maluca? Tá falando sozinha? eu respondi convicta:
Eu não é a colega que deu plantão com você?
Que colega? Quem me dera tivesse alguém para me ajudar?
A que... (apontei para um balcão vazio)... estava.... ali! respondi espantada.
Depois você diz que dormiu bem...deve ser a enfermeira fantasma. riu a mesma.
Bom, que ela estava lá, estava, juro!... Se foi a enfermeira fantasma, ela deve ter perdido o horário de sair para me esperar, teimosa, quis me mostrar que ela existia sim!
A FACE DA MORTE
Ângela julgava-se a mais infeliz das mortais. No espaço de 5 anos havia perdido três das pessoas as quais mais amava: o pai, a mãe e o marido. Não ficara sozinha no mundo, entretanto, possuía uma grande família, que sempre fora unida e, o mais importante, tinha três filhos que seriam o orgulho para qualquer mãe. No entanto, ela preferia as lembranças, vivendo uma espécie de passado permanente, chorando seus mortos.
Ela implorava às almas de seus entes queridos para que não a abandonassem. Maldizia anjos e santos por terem tirado tão cedo de sua presença pessoas que lhe faziam tanta falta.
Certa noite, um vento zuniu mais forte e um clarão iluminou o quarto de Ângela. Lá estava seu pai, sua mãe, seu marido, decompostos , os ossos à mostra, tentando abraça-la, confortá-la. Seu amado não tinha mais olhos, apenas buracos no rosto. Sua mãe, ainda lembrava muito do que fora, mas o corpo estava coberto de manchas coloridas, sua pele enrugada e o cheiro insuportável. Ângela mal podia respirar, aquele odor nauseabundo ocupando cada espaço nos seus pulmões. Ela gritou para que fossem embora, mas eles ficaram encarando-a com uma ternura resignada. Ela implorou, suplicou, mas as carcaças desfiguradas não se mexiam; elas simplesmente não poderiam mais ir embora. O desespero de Ângela havia chamado a atenção de forças poderosas. Aquelas almas sem descanso a acompanhariam por onde fosse, até o fim da sua vida.
Escrito por: Zé do Caixão
A IMAGEM DE MADEIRA
Conto enviado por Djalma.
Quem me contou esta história foi Fabiana, secretária doméstica de minha mãe.Contou-me ela que sua sogra se encontrava enferma. Era uma senhora que sempre mexera com vudu, macumba e similares. Por estar doente, Fabiana, seu marido e filhos passavam as noites na casa da senhora, que além de estar doente, estava hestérica e precisava de ajuda para se levantar e ir até o banheiro.
Fabiana sempre tivera medo da sogra, devido às imagens que adorava. Eram elas de demônios, bruxas, fantasmas, pessoas deformadas etc. Todas essas imagens permaneciam no quarto da sogra. Dentre elas a que mais chamava atenção de Fabiana, e também a mais venerada pela sogra era uma imagem de madeira, de mais ou menos 1 metro, com o corpo e feições de um capeta.
Certa vez, à altas da madrugada..., Fabiana ouvia a senhora dando gritos hestéricos em seu quarto, pedindo para que a levasse até o banheiro. Por estar cansada e sonolenta, a moça demorou para ir. Enquanto isso, a sogra não parava de lhe gritar. Enfim levantou-se, e a senhora a chamar-lhe...Até que, a caminho do quarto percebera que a sogra acalmara-se e não mais gritava. Chegando lá abriu a porta e acendeu a luz........viu a sogra sendo carregada pelo capetinha de madeira em direção ao banheiro. Ficou alguns segundos paralisada, olhando a sena sem acreditar no que via, até que o capetinha olhou em sua direção, deu um sorriso e logo em seguida uma gargalhada satânica.
Saiu correndo e gritando ao encontro do marido que estava em seu quarto. Contou-lhe pálida, assustada e gaguejando o que acabava de presenciar. Incrédulo, o marido foi carregado pela mulher até o quarto da mãe. Lá chegando, viram a senhora dormindo tranqüilamente e a estátua em seu estado perfeito, imóvel ao lado da cama. Só não contavam que a senhora não dormia, mas sim já falecera. O marido voltou para o quarto tentando convencer Fabiana que não passara de uma visão, devido ao cansaso. Mesmo sem se convencer acalmou-se, mas não dormiu mais.
Ao amanhecer, duas cunhadas de Fabiana chegaram para visitar a mãe e encontraram-a morta. Só desespero e lamentações. Algum tempo depois constatou-se que ela havia morrido por volta das 4:00. Então Fabiana contou a todos os parentes o ocorrido, acreditando que a sogra morrera logo após ter sido carregada pelo capetinha de madeira. Isso aconteceu a uns 2 anos atrás.
Outro dia desses, a Fabiana chegou em minha casa contando que estava dormindo sentada no sofá com o filho de 3 anos no colo, quando acordou com seu filho reclamando que sua cabecinha estava pesada. Ao olhar, reconheceu a mão de sua sogra pesando sobre a cabeça do filho.............
A JORNADA DO PAVOR
"Onde será que estou? Que lugar será esse? Sinto-me perdido nessa imensidão de um escuro infinito. O ar está infectado por um nauseante cheiro de putrefação, que parece corroer meu cérebro. Não vejo onde piso, mas sinto que o solo sob meus pés é úmido e pegajoso. Ouço um estranho ruído ao caminhar que me dá a impressão de estar pisoteando ossos e vísceras. Será um pesadelo? Uma alucinação? Não posso me desesperar. Tenho que manter o controle de minhas emoções, apesar do odor fétido queimar minhas narinas e tentar me tirar a consciência.
"Continuo caminhando e agora imagens começam a surgir à minha frente. Posso ver um aglomerado de corpos humanos, alguns em adiantado estado de decomposição, outros abundantemente ensanguentados e ainda outros pendurados invertidos em grandes ganchos como se fossem animais abatidos e prontos para serem desmembrados. Muitos dos cadáveres estão violentamente mutilados e outros apresentam ferimentos diversos como se provocados por horríveis torturas. Posso ouvir o barulho característico proveniente do impacto de ferramentas cortantes em pedaços de carne, seguido por gritos intermináveis e agonizantes Uma cruel carnificina celebrando a dor. Um verdadeiro matadouro humano. Sinto-me como se estivesse hipnotizado com essas imagens escatalógicas se fixando em minha mente e tentando me enlouquecer. Que lugar infernal será esse? Um universo paralelo que mantém a dor e o sofrimento eternos?
"Apesar do horror à minha volta, eu prossigo a caminhada tentando manter a calma e mais imagens começam a aparecer. Vejo homens lutando entre si e posso ouvir explosões ensurdecedoras e armamentos em disparos contínuos. Chamas, destroços, sangue e pedaços de órgãos humanos espalhados por todos os lados, e dor, muita dor. É a guerra, cuja lei vigente é matar para não morrer e onde a única vencedora é a Morte, soberana e insuperável. Posso avistar agora cidades inteiras sendo aniquiladas em poucos segundos, com suas populações sendo incineradas vivas. É o holocausto nuclear. Um genocídio irreversível. A destruição total!
"Será tudo isso um pesadelo de sangue, real apenas em meu subconsciente? Ou será uma viagem aos confins da loucura explorando a dor humana? O tormento das macabras imagens tenta explodir-me a cabeça, mas com muita dificuldade eu consigo manter a sanidade e prossigo a jornada rumo ao infinito, tentando encontrar uma saída do inferno em que me encontro. As imagens cessam e não retornam mais, ficando apenas a escuridão ao meu redor. Porém, avisto agora uma espécie de criatura de aspecto sinistro não muito distante de mim. À medida em que me aproximo dela, suas feições se sobressaem na escuridão tornando-se mais nítidas. O misterioso ser aparenta estar vestido com uma capa escura que o envolve até a cabeça, e luzes fracas o iluminam precariamente. Em uma das mãos está segurando um grande objeto pontiagudo, semelhante a uma foice. Continuo me aproximando até poder visualizá-lo bem e meu espanto é indescritível ao reconhecer a criatura como sendo um esqueleto humano! A própria imagem da Morte! O desespero então se apossa de mim, não sendo mais possível o controle das emoções. Meus gritos de agonia ecoam de maneira ensurdecedora através das trevas abissais e..."
Acordo de repente, todo suado e com o corpo dolorido e cansado. Apesar de meus constantes que \n'; document.write(barra); } } changePage();stionamentos, é novamente mais um pesadelo de horror invadindo minha noite e importunando meu descanso. Imagens macabras celebrando a dor e povoando meus sonhos. Meu batimento cardíaco está acelerado, a respiração ofegante e os olhos vidrados na escuridão do quarto.
Alguns minutos se passam e aos poucos me recomponho da insana viagem que realizei. Minha visão vai se acostumando ao escuro e me levanto sentando na borda da cama. O corpo dói e as roupas coladas devido ao suor dificultam meus movimentos. Apanho meus óculos na cabeceira da cama e olho para o rádio-relógio à minha frente. Não me surpreendo ao ver os displays vermelhos mostrarem três horas e trinta e três minutos. É sempre na mesma hora. A hora marcada para a jornada do pavor. Foi assim que batizei essa tortuosa experiência que vivencio em vários pesadelos seguidos. Sempre as mesmas imagens, a celebração da dor humana, o encontro da vida com o seu fim e a escuridão eterna reinando morbidamente.
Levanto-me e vou até a cozinha beber um pouco de água gelada, na esperança de me reanimar novamente. A noite ainda está na metade e não é mais possível dormir. Como nas vezes anteriores, e não me lembro ao certo quantas foram, aguardarei o amanhecer do dia para trabalhar e tentar esquecer os horrores da noite mal dormida.
O dia passa rápido e a noite novamente se aproxima. E com ela vem o desespero de enfrentar outra viagem pelos caminhos do macabro. Dormir tornou-se uma atividade dolorosa e sufocante. Eu era escravo de meus pesadelos e senti que minha vida estava se esvaindo cada vez que meus olhos se fechavam para... sonhar.
Cansado e com o corpo dolorido, caminho em direção ao quarto como se fosse entrar numa cripta. Minha saúde estava terrivelmente abalada devido às inúmeras noites de tortura. Me aproximo vagarosamente da cama e me sinto como se deitasse numa sepultura gelada. Minha resistência em vão cede perante o forte cansaço que me força a fechar os olhos vermelhos e lacrimejantes. Sinto como se fossem abertos os portais de um cemitério.
Tem início novamente a jornada do pavor.
As imagens sangrentas começam a surgir e sinto minha energia vital sendo consumida pelo horror escatalógico que me envolve. A viagem prossegue parecendo eterna e com ela a intensa batalha entre a razão e a insanidade. Quando surge a criatura vestida com a capa e com a foice em uma das mãos, eu interrompo a caminhada, já quase sem forças. Estou fraco e com o corpo extremamente dolorido. Parado ali, diante do sinistro esqueleto humano, sinto como se as viagens de sofrimento tivessem chegado ao seu fim, aliviando o martírio de uma vida atormentada pela dor.
A criatura representante da morte levanta então seu braço direito erguendo a grande foice e vocifera com uma voz gutural que ecoa grotescamente na escuridão infinita:
- Sua jornada chegou ao fim... e não tem volta!
Os pesadelos acabaram... para sempre!
A loira do banheiro
Esta historia é muito contada em escolas da rede pública na cidade de São Paulo. Sua fama é muito grande entre os alunos.
Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar.
Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer.
Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte.
A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro. Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.
Aqui tem "Só "DEZ ...Tenho mais de 120...Fique calmo...Pois ja estou fazendu o site de contos!!!