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Karras: Eu entendo. Bem, então. vamos nos
apresentar. Eu sou Damien Karras.
Regan: Eu sou o diabo. Agora, seja bondoso e solte estas tiras!
Karras: Se você é o diabo, por que não faz as tiras desaparecerem?
Regan: É muito vulgar uma exibição de poder, Karras.
Karras: Onde está Regan?
Regan: Aqui...conosco
O que há de comum entre A Noite dos Mortos-Vivos (1968), A Morte do Demônio
(1983) e O Exorcista (1973)?
Na minha opinião, são três dos maiores de todos os filmes de horror da
história. A Noite dos Mortos-Vivos (The Night of the Living Dead, em vídeo
pela VTI) é um clássico da produção B, filmado em preto & branco por George
Romero e um dos precursores do splatter. A Morte do Demônio (The Evil Dead, em
vídeo pela Look), do talentoso diretor Sam Raimi, é um insuperável show gore
com as mais fantásticas cenas repugnantes vistas no cinema. E O Exorcista (The
Exorcist, em vídeo pela Warner), que é uma das mais assustadoras histórias de
possessão demoníaca já filmadas, amparado por uma grande produção e direção de
William Friedkin. Em comum também, os três clássicos cults originaram mais
duas sequências, todas inferiores aos originais, formando trilogias ou até
refilmagens.
Eu nunca me esqueço quando fui assistir a O Exorcista pela primeira vez, em
1984, num cinema barato e já extinto chamado "Cine Londres", no centro do
bairro de Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Eu tinha 16 anos e o filme era
proibido para menores de 18. Consegui entrar assim mesmo e a sessão já havia
começado. Quando entrei no cinema e estava tentando me acostumar com o escuro,
olhei para a tela e... a cena que estava se passando era justamente a da
garota possuída pelo demônio se masturbando violentamente com um crucifixo,
rasgando a sua vagina e espalhando sangue por todos os lados, vociferando com
uma voz que parecia vir do próprio inferno, "Deixe Jesus te foder!". À sua
frente, a mãe olhava horrorizada para a inesperada atitude da filha de apenas
12 anos de idade, que ainda agarrou sua cabeça e esfregou na vagina
ensanguentada gritando freneticamente "Me chupe! Me chupe!". Levei um susto
tão grande, que quase me arrependi de ter entrado no cinema, porém a atração
pelo horror foi maior.
Foi a mais cara produção de horror da época (hoje já são normais as grandes
produções como por exemplo o recente Drácula, de Francis Ford Coppola) e que
trouxe às telas o livro homônimo de William Peter Blatty, sobre um padre
católico que batalha com um demônio.
O filme começa com o padre Lankester Merrin (Max Von Sydow, envelhecido)
desenterrando uma estátua no Iraque e libertando um demônio luxuriante chamado
Pazuzu, que eventualmente se apossa lentamente do corpo de uma pequena jovem,
Regan Theresa MacNeil (Linda Blair), que vive com sua mãe (Ellen Burstyn), uma
atriz divorciada, em Georgetown, nos arredores de Washington.
Aos poucos, a garota começa a tornar-se selvagem e passa a cometer atos
estranhos, como urinar na frente de convidados, vociferar palavras de baixo
calão, se masturbar com um crucifixo e levitar sobre a cama, vindo a se
transformar fisicamente em um pútrido demônio coberto de tumores, que é
amarrado com cordas em sua cama. Uma vez indiferente aos médicos e últimos
equipamentos da medicina, a família é obrigada a chamar um padre psiquiatra,
Damien Karras (Jason Miller), que tenta ajudar. Ao não obter sucesso, eles
recorrem então à Igreja e é chamado o padre Merrin, para juntos tentarem o
exorcismo.
A voz rouca do demônio, produzida pela atriz veterana Mercedes McCambridge, é
fenomenal e assustadora, o que não aconteceu na versão dublada exibida pela
televisão brasileira, que foi uma voz artificial, sintetizada, forçada e
ridícula.
Algumas das melhores sequências foram as vomitadas e escarradas de Regan
possuída na cara dos padres, um líquido verde viscoso que lembra uma bílis de
leite com abacate; as blasfêmias ditas pelo demônio ao padre Karras como "sua
mãe chupa pênis no inferno"; e quando aparecem grandes vergões na barriga da
garota enquanto dorme em quase estado de coma, dizendo Ajudem-me.
Os trabalhos de maquiagem de Dick Smith são fantásticos, ao envelhecer Max Von
Sydow, transformando-o num verdadeiro octogenário; e na garota possuída,
transformando seu rosto num amontoado de feridas abertas e úlceras
pestilentas. Dick Smith é até hoje um dos melhores profissionais da área em
todo o mundo, juntamente com Rick Baker (de Um Lobisomem Americano em Londres
e O Incrível Homem que Derreteu), Tom Savini (de Sexta-Feira 13 e O Dia dos
Mortos), e Screaming Mad George, o mais recente mago dos efeitos de maquiagem
no cinema.
Os atores tiveram ótimas performances, com Ellen Burstyn, Max Von Sydow, Jason
Miller, Lee J. Cobb (como o tenente de polícia William Kinderman), e Linda
Blair, que até hoje é lembrada pelo papel de Regan, apesar das cenas com a
garota possúida serem feitas por uma dublê. Porém, a carreira cinematográfica
de Blair não decolou, se restringindo apenas a aparições em pequenos filmes B.
A música tema, uma pequena balada de piano, é imortal e eternamente associada
ao filme. Ela foi utilizada na introdução da música The Exorcist, da extinta
banda de Death Metal Possessed, em 1985.
O Exorcista foi o único filme de horror até aquela época (1973), a ganhar o
cobiçado prêmio Oscar, nas categorias técnicas de roteiro adaptado, de William
Peter Blatty, e de som.
Atualmente as obras de horror ganham até o prêmio de melhor filme, como
aconteceu em 1991 com O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme.
O ponto mais alto do filme certamente foi a grande e antológica sequência do
exorcismo que no final, como sempre no cinema politicamente correto, o Bem
prevalece sobre o Mal, com o demônio sendo derrotado, libertando a jovem
garota, mas às custas das mortes dos padres, em especial, a do padre Karras,
que desaba violentamente de uma enorme escadaria, mergulhando para a morte,
agonizando numa imensa poça de sangue.
O Exorcista é até hoje considerado um dos grandes filmes da história da
produtora Warner e certamente está na lista dos melhores filmes da horror de
todos os tempos, com seu impressionante argumento de possessão demoníaca. E
completará 30 anos em 2003, mantendo o seu prestígio ao longo do tempo e
merecendo ser revisitado e homenageado sempre.
O EXORCISTA 2000 - VERSÃO DO DIRETOR
Regan: Um excelente dia para um exorcismo..
Karras: Você gosta disso?
Regan: Intensamente.
Em 02/03/01 entrou novamente em cartaz nos cinemas brasileiros um dos maiores
clássicos do horror de todos os tempos, "O Exorcista" (The Exorcist, 1973). Só
que dessa vez foi exibida a chamada versão oficial do diretor (director's
cut), no caso, do cineasta William Friedkin, com 11 minutos a mais e
consequentemente algumas cenas inéditas, que haviam sido cortadas na edição
final do filme na época.
Essas sequências adicionais são quase todas bem discretas, precisando de muita
atenção para reconhecê-las e de preferência tendo assistido o original pouco
tempo antes para justamente facilitar o entendimento das diferenças. Com a
ajuda de material pesquisado e recolhido da internet, e por observações
retiradas na exibição do filme, segue posteriormente um descritivo das
novidades nesse "Exorcista 2000".
Já faz vinte e nove anos que "O Exorcista" foi lançado nos Estados Unidos e
ainda hoje continua assustador, principalmente por tratar de um tema que
inevitavelmente choca as pessoas, que é o confronto direto entre o "bem" e o
"mal". No caso, a possessão lenta e gradual de uma jovem e inocente garota de
apenas doze anos de idade por um demônio pútrido e feroz chamado "Pazuzu", que
somente é expulso de dentro da menina após uma tortuosa sessão de exorcismo
que levou dois padres à morte. O corpo da garota acabou transformando-se em
vergões e feridas pestilentas e sua voz e comportamento tornaram-se agressivos
e extremamente violentos, com direito à masturbação sangrenta com um
crucifixo, blasfêmias vociferadas com ódio, levitação, insultos proferidos em
idiomas desconhecidos, vomitadas asquerosas na cara dos padres, e todo tipo de
agressão à famosa moral e bons costumes.
Se comparado aos filmes do cinema dos anos 80 e 90, como por exemplo os
sanguinolentos "The Evil Dead" e "Braindead", "O Exorcista" pode até ser
considerado mais "leve", principalmente devido ao fato de que as cenas
aterrorizantes são sequências curtas e intercaladas na história, dando um
fôlego ao espectador (com exceção do ritual do exorcismo que é mais demorado e
por isso extremamente tenso).
Porém, a história é completamente envolvida num clima macabro que interage com
o público tornando-o testemunha dos horrendos acontecimentos que levaram uma
inocente menina à condição de um pútrido demônio. Já em "The Evil Dead" (no
Brasil, "A Morte do Demônio"), o talentoso diretor Sam Raimi utilizou-se de um
velho clichê comum do horror, um grupo de jovens isolados numa cabana nas
montanhas em meio a um ataque de demônios, e despejou sobre o público uma
tormenta de sangue, mutilações e todo tipo de atrocidades e possessões
demoníacas sem permitir um leve descanso sequer ao espectador, de uma forma
nervosa, tensa e sem direito a qualquer tipo de humor. E em "Braindead" (no
Brasil, "Fome Animal"), do também talentoso Peter Jackson, a mesma fórmula foi
utilizada, e inacreditavelmente com mais sangue ainda, numa história repleta
de zumbis famintos, porém dessa vez mesclado com vários elementos de humor.
"O Exorcista" tem pouco sangue quando comparado a filmes como estes, só que
suas poucas cenas agressivas tem um impacto muito grande, principalmente pelo
clima de horror psicológico do roteiro (adaptado de obra homônima de William
Peter Blatty, escrita em 1971). Aliás, Blatty se inspirou em um caso
supostamente real ocorrido em Maryland (EUA) em 1949, só que envolvendo um
garoto de quatorze anos que demonstrou comportamentos estranhos e agressivos
como cuspir e falar em latim, um idioma desconhecido para ele. Porém, o
escritor aproveitou esse argumento e certamente criou a sua versão de
possessão, dessa vez numa garota, e com atitudes muito mais violentas.
Uma curiosidade muito interessante em "O Exorcista" é que a voz da garota
possuída pelo demônio é real, de uma veterana atriz chamada Mercedes
McCambridge, tornando as cenas com as falas da menina muito mais
aterrorizantes, em vez de se utilizar algum efeito digital para distorcer a
voz artificialmente.
Nessa nova versão para o clássico, algumas cenas são inéditas e agora
reeditadas pelo diretor William Friedkin, assim como também tanto o início
como o final foram levemente modificados. Friedkin era um diretor muito
conceituado na época, principalmente por "Operação França", porém tanto ele
como também a atriz Linda Blair (que interpretou a garota possuída Regan)
ficaram marcados para sempre por seus envolvimentos com "O Exorcista" e
curiosamente suas carreiras não conseguiram decolar mais nos anos seguintes.
Até hoje, Linda Blair só consegue papéis menores em pequenos filmes de horror.
O sucesso de "O Exorcista" foi tão grande que conseguiu a rara indicação, para
um filme de horror, para dez categorias do conceituado Prêmio "Oscar", entre
elas a de melhor filme, direção, fotografia, roteiro adaptado, montagem,
cenografia, som e direção de arte. Os atores Jason Miller (padre Karras),
Ellen Burstyn (Chris MacNeil, a mãe de Regan) e Linda Blair também foram
indicados em suas categorias. O filme acabou vencendo como melhor som e
roteiro.
As novidades na versão do diretor incluem uma nova trilha sonora e efeitos
digitais inexistentes em 1973. Foram acrescentados os trabalhos dos técnicos
Steve Boeddeker na engenharia de som e Jennifer Law-Stump na arte dos efeitos
digitais.
Podemos constatar essas mudanças em cenas como a do padre Karras quando ele é
possuído pelo demônio. Na primeira versão, seu rosto está sereno e de repente
num corte brusco passa a estar possuído. Isto foi melhorado com um corte mais
elaborado, onde primeiro aparece a face normal do padre, depois um corte para
a janela, e por fim um outro corte para sua face já possuída.
Ou na cena em que Regan é hipnotizada por um psiquiatra e vemos o momento em
que o demônio se manifesta em seu rosto, mudando radicalmente suas feições
numa fração de segundos. Isso não ocorria na versão original, quando ouvíamos
apenas um rosnado e víamos uma careta da menina.
Como já mencionado, foram acrescentadas algumas cenas inéditas nessa versão
2000, a maioria de forma discreta. Uma delas é quando Regan está numa clínica
médica para fazer seus primeiros exames, tentando descobrir os motivos da
alteração de seu estado nervoso, enquanto sua mãe Chris se distrai bordando
uma peça de roupa na sala de espera. Regan toma uma injeção e é examinada pelo
médico, porém, ela se nega a colaborar, e reage de forma agressiva proferindo
palavras de baixo calão para ele. Ela começa então a andar dentro do
consultório médico e aos poucos vai ficando sonolenta, roda em torno de si
mesma e gira a cabeça até cair desmaiada. Quando sua mãe vai conversar com o
médico ele lhe diz ter ficado perplexo com o linguajar ofensivo da menina.
Outra cena nova, só que bem mais notada e comentada, vista também no trailer
de apresentação do filme, é aquela onde Regan possuída desce rapidamente uma
escada de quatro e de costas (como se fosse uma aranha), mostrando sua boca
cheia de sangue quando chega ao final do trajeto. Essa cena do sangue na boca
da garota faz parte da nova safra de efeitos digitais e o resultado final
ficou bem assustador. Essa seqüência acabou não indo até o final que culmina
com Regan pulando em cima da secretária de sua mãe, Sharon (Kitty Winn), como
ocorreu na primeira versão.
Um outra cena adicional foi acrescentada visando melhorar um detalhe meio
"solto" no roteiro original, que é a ausência total do pai de Regan,
principalmente num momento crítico que ela estava enfrentando com a possessão
demoníaca. Para justificar melhor essa ausência, tivemos uma sequência onde o
padre Karras está em um laboratório de som analisando um telefonema de Regan
para o seu pai. A menina está alegre, porém não sabe bem o que dizer, o que
demonstra a grande falta de intimidade e distância entre os dois. Na verdade,
o pai dela vive na Europa e não aparece mesmo.
Outra falha do roteiro teve que ser esclarecida com uma cena nova. O padre
Merrin (Max von Sydow), que foi chamado para realizar o exorcismo juntamente
com o padre Karras, em determinado momento do ritual chama a garota pelo seu
nome completo, Regan Theresa MacNeil, porém ele não tinha como saber o segundo
nome da menina. Uma cena inédita agora mostra um diálogo antes do início do
exorcismo entre o padre Merrin e a mãe de Regan, onde ele pergunta a ela o
nome completo de sua filha.
A nova versão do diretor acrescentou também um diálogo entre os padres Merrin
e Karras onde eles tentam encontrar um significado para o caso da possessão
demoníaca de Regan. Eles discutem sobre quais seriam os motivos que levariam
uma inocente garota a ser dominada por forças malígnas.
Finalizando, "O Exorcista" 2000 trouxe também um final levemente alterado. No
original de 1973, após o término do pesadelo vivido por Regan e sua mãe, elas
resolvem se mudar de casa. Nisso, aparece o padre Dyer, amigo da família e
colega do padre Karras. Eles trocam algumas palavras e enquanto um carro leva
as mulheres embora, o padre se despede e caminha sozinho retirando-se do
local. Na versão do diretor, quando o padre Dyer está se retirando ele
encontra um investigador de polícia que acompanhou todo o caso, o tenente
Kinderman (Lee J. Cobb).
Ambos conversam um pouco sobre Regan e terminam o filme falando sobre cinema,
interesse comum deles, e do amigo também cinéfilo padre Karras, falecido no
exorcismo. O tom do diálogo é levemente humorístico para tentar terminar com
um tradicional "final feliz", ou pelo menos de forma menos agressiva, já que o
demônio, mesmo derrotado ao ser expulso de dentro de Regan, de certa forma
conseguiu alguma vantagem no confronto com os dois padres exorcistas, pois
ambos perderam suas vidas para salvarem a alma da menina possuída.
"O Exorcista", tanto na versão original de 1973 quanto nessa nova versão
melhorada do diretor William Friedkin em 2000, continua aterrorizando as
platéias em todo o mundo, sendo um dos principais expoentes do cinema de
horror de todos os tempos. Mesmo com mais clima psicológico e bem menos sangue
que a maioria das produções splatter modernas, pois é o filme que melhor soube
trabalhar o tema que mais choca as pessoas, que é a possessão demoníaca.
Principalmente quando mais voltada para a realidade do cotidiano em vez da
fantasia e ficção de demônios sobrenaturais. É muito difícil ficar indiferente
ao vermos uma inocente garota de apenas doze anos de idade se transformar em
um ser asqueroso, repleto de feridas, devido à influência malígna de um
espírito demoníaco. É diferente de vermos um filme com o roteiro invadido por
demônios e monstros fantasiosos e exagerados em meio a alguma aventura ou
situação qualquer. É justamente aí que "O Exorcista" garante o seu forte
impacto de chocar o público e povoar por muito tempo as noites das pessoas com
os piores pesadelos...
O EXORCISTA (The Exorcist, EUA, 1973, Warner Brothers / Hoya Productions,
Metrocolor, 122 minutos, em vídeo VHS e DVD no Brasil pela Warner). (The
Exorcist - Director's Cut, EUA, 2000, 133 minutos).
Direção: William Friedkin. Produção: Noel Marshall, William Peter Blatty e
David Salven.Roteiro:William Peter Blatty, baseado em seu livro homônimo.
Fotografia: Owen Roizman. Maquiagem: Dick Smith e William A. Farley. Direção
de elenco: Louis DiGiaimo, Nessa Hyams e Juliet Taylor. Cenários: Jerry
Wunderlich. Figurinos: Joseph Fretwell III. Efeitos Especiais: Marcel
Vercoutere. Efeitos Visuais:Marv Ystrom. Cenografia:Jerry Wunderlich.
Sonoplastia: Chris Newman. Música: Krzysztof Pendercki. Efeitos Sonoros Ron
Nagle, Doc Siegel, Gonzalo Gavira e Bob Fine. Montagem: Evan A. Lottman e
Norman Gray. Assistente de Direção: Terence A. Donnelly e Alan R. Green.
Sequência do Iraque: Fotografia:Billy Williams. Sonoplastia: Jean-Louis
Ducarme. MontagemBud Smith. Elenco: Ellen Burstyn (Chris MacNeil), Max von
Sydow (padre Merrin), Jason Miller (padre Karras), Linda Blair (Regan), Lee J.
Cobb (tenente Kinderman), Kitty Winn (Sharon Spencer), Jack MacGowran (Burke
Dennings), Mercedes McCambridge (voz do demônio Pazuzu), Reverendo William
O'Malley, Barton Heyman, Pete Masterson, Rudolf Schundler.
Texto: Renato Rosatti
Muito fraco..mas bem feito...(menti!!)
Fotos do filme...
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